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Senador Aécio Neves e deputado Rocha Loures são afastados dos cargos por determinação do STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal Edson Fachin determinou na manhã desta quinta-feira (18) o afastamento do senador Aécio Neves (PSDB-MG) de seu mandato.

Publicado em 18/maio/2017 - 08:48
Fonte: EFE/Mario Cruz

Fonte: EFE/Mario Cruz

O ministro do Supremo Tribunal Federal Edson Fachin determinou na manhã desta quinta-feira (18) o afastamento do senador Aécio Neves (PSDB-MG) de seu mandato e do deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) da Câmara. Rocha Loures é próximo ao presidente Michel Temer (PMDB). Aécio e Loures foram citados e gravados na delação da JBS.

O procurador-geral Rodrigo Janot também pediu a prisão preventiva de Aécio Neves. O ministro Edson Fachin enviou o pedido de prisão ao plenário do STF, mas ainda não há data marcada para a apreciação. A informação é da colunista Jovem Pan Vera Magalhães.

A cúpúla do PSDB se reúne às 10h30 no gabinete do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) para avaliar a permanência de Aécio na presidência da sigla.

Aécio Neves, presidente nacional do PSDB, teria pedido para Joesley Batista, um dos donos da JBS, R$ 2 milhões para pagar sua defesa nos inquéritos da Operação Lava Jato. O dinheiro teria sido entregue a seu primo Frederico Pacheco de Medeiros, o “Fred”, em quatro parcelas de R$ 500 mil. Uma das entregas, feita por Ricardo Saud, diretor de Relações Institucionais da JBS, foi gravada pela Polícia Federal.

O material foi entregue em delação premiada de Joesley, conforme divulgou o jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo na noite desta quarta (17).

Além disso, a Polícia Federal faz buscas na casa de Aécio em Ipanema, bairro do Rio de Janeiro, nesta manhã. Na noite desta quarta (17), quando divulgadas as acusações, Aécio Neves se disse “absolutamente tranquilo” quanto à correção de seus atos.

O Supremo também determinou nesta quinta a prisão preventiva de Andrea Neves, irmã do tucano.

Já Rocha Loures foi gravado recebendo R$ 500 mil em uma mala. O deputado peemedebista é muito ligado ao presidente Michel Temer. Temer teria indicado Loures, em conversa também gravada por Joesley, para cuidar de assuntos do interesse da empresa J&F, controladora da JBS.

As ações são autorizadas pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, responsável por homologar a delação do dono da JBS, divulgadas na noite desta quarta (17).

Por: Jovem Pan

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INRAD

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